O primeiro dia do Fórum de Gestão de Pessoas, Mercado e Relacionamento com o Cooperado no 32º SUERJ deste ano foi marcado pela presença da consultora e professora de Marketing e Marketing Digital, Elis Monteiro, que ocorreu na quinta-feira, 12 de setembro. A apresentação, intitulada “Cultura Organizacional e Comunicação: Quando o que Vale é a Empatia”, explorou a importância da empatia e da comunicação eficaz para o sucesso e a integração nas empresas.
“A comunicação está diretamente conectada às pessoas, e isso é fundamental. Muitas vezes, o que pode parecer evidente para nós, faz uma diferença significativa nos processos. Nenhum objetivo de negócio seria alcançado sem o apoio de indivíduos. Portanto, a nossa conversa de hoje se concentrará exatamente neste ponto, nas pessoas”, iniciou a Monteiro.
Na ocasião, foi destacado como atualmente convivemos com múltiplos públicos e gerações dentro das empresas, cada um com suas próprias ambições e padrões de comportamento. Ela apontou que as pessoas não estão mais dispostas a passar a maior parte de seus dias em um ambiente corporativo rígido e inflexível. Em vez disso, buscam um trabalho que as motive e faça com que se sintam integradas e pertencentes à organização. Para essas pessoas, encontrar um propósito na vida profissional é mais importante do que seguir padrões preestabelecidos.
“Essas pessoas estão cada vez mais interessadas no propósito do negócio, e é nossa responsabilidade demonstrar isso a elas. Estamos vivendo uma nova era do trabalho, onde há uma convergência entre tecnologia e propósito de vida. Elas buscam felicidade e desejam se engajar em causas realmente significativas. Quando falamos de cultura organizacional, estamos falando de tudo que está presente internamente, como os valores e crenças que nos motivam e orientam no dia a dia, guiando nossas ações e decisões”, comentou a professora.
Também foi apresentado que a cultura organizacional desempenha um papel crucial na formação dos ambientes de trabalho, possibilitando a cooperação e o alinhamento entre os membros da equipe. “Essa cultura não é algo que muda da noite para o dia. Ela é formada por crenças e valores que se refletem nas práticas diárias e na consistência do comportamento. É uma construção que começa no topo, mas é responsabilidade de todos. Para que haja uma verdadeira coesão e colaboração, precisamos aceitar e cultivar a cultura organizacional, promovendo um ambiente de trabalho saudável e produtivo”, disse.
Por fim, Elis Monteiro abordou as melhores práticas para a resolução de conflitos, destacando a importância de um diálogo aberto e construtivo. Além disso, ressaltou que, embora seja comum ouvir críticas e comentários negativos, o foco deve ser a transformação e o desenvolvimento a partir dessas situações. É fundamental desenvolver habilidades de comunicação. Criar um ambiente onde o respeito e a escuta ativa sejam a norma é essencial. É importante reconhecer os talentos individuais e apoiar o melhor de cada pessoa para promover uma contribuição positiva e colaborativa dentro da organização.