Conectando gerações: Estratégias de comunicação para um engajamento eficaz com diferentes tipos de cooperados

Em um cenário em que a eficácia da comunicação pode determinar o engajamento ou o desinteresse dos cooperados, a consultora responsável pelo Programa Nacional de Gestão e Relacionamento com Cooperados da Unimed do Brasil, Thais Jerônimo Duarte, apresentou estratégias para assegurar que as informações da cooperativa não apenas cheguem, mas também ressoem com seu público-alvo.

A palestra, realizada nesta quinta-feira, 12 de setembro, pontuou técnicas para transformar a comunicação em um meio de maior interesse e participação, fortalecendo o vínculo e a confiança entre as Unimeds do estado do Rio de Janeiro, seus membros e stakeholders – partes interessadas. Duarte abordou a necessidade de considerar a diversidade geracional entre os cooperados, utilizando uma “lente especial” e uma linguagem personalizável.

“Trago essas lentes para entendermos que estamos em um sistema de mais de 50 anos com quatro tipos diferentes de cooperados. Precisamos nos adaptar a forma como nos comunicamos com eles. Enquanto as gerações mais antigas estão mais integradas ao Sistema Unimed, as gerações mais novas ainda precisam aprender”, explicou.

Além disso, a palestrante ressaltou sobre a importância da previsibilidade e da constância na comunicação das informações, recomendando que os cooperados recebam atualizações mensais, por exemplo, no dia 20 de cada mês, às 18 horas. Essas verificações devem ocorrer independentemente dos resultados serem positivos ou negativos.

Com o objetivo de garantir uma comunicação eficaz, foi aconselhado concentrar-se nos elementos essenciais para o negócio e ajustar a mensagem, de acordo com as preferências dos cooperados. “Selecione o que realmente é importante para o sócio. Em vez de fazer benchmarking com Singulares de contextos diferentes, pergunte ao seu próprio cooperado como e onde ele gostaria de receber a informação”, disse.

Reafirmando a mensagem central, Thais Duarte ainda expôs a necessidade da educação contínua e da comunicação clara e objetiva para assegurar a compreensão dos dados transmitidos. Ao final da palestra, concluiu enfatizando que os conteúdos propagados devem ser desmistificados. “O óbvio precisa ser dito e, se possível, desenhado”.